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Sexta-feira, Junho 02, 2006
Bom, vamos atualizar, a pedidos!
Não estou me sentindo tão baleia...
Tomei gosto com a academia, de novo.
É tão bom se viciar em exercício... De rebarba, me inscrevi numa prova de corrida de orientação.
Vai ser dia 11, na Praia das Fontes, local que eu não conheço.
Como diz o F: uma vergonha, a pessoa conhece Paris e não conhece a Praia das Fontes...
Estou me preparando à medida do possível.
Segunda - feira eu vou começar a fazer esteira, pois só o step não vai garantir nada, já que é na areia frouxa da duna, no sol quente. Estou super animada. Quem me conhece e participa diz que eu vou me viciar.
****
Almoço mulherzinha no Iguatemi, com a Pat, a Má e a Nêga. Como nos velhos tempos.
Guinevere 2.6.06
Diz aí:
Sexta-feira, Março 24, 2006
Estou me sentindo uma baleia.
O pior é que eu não estou motivada o suficiente para conseguir fechar a boca.
Emagrecer, para mim é relativamente fácil.
Não como muito, o problema está na qualidade. E essa qualidade é inversamente proporcional ao nível da minha ansiedade.
Como está alto, em decorrência de algumas coisas que estão mexendo comigo, que não cabe falar aqui, não tenho tido sucesso com nenhum tipo de controle alimentar. Pelo contrário, estou descontando tudo na primeira guloseima que vejo na frente. Quando não vejo, crio, como domingo à tarde, em que fiz uma panela de pipoca. Eu já não compro lá pra casa coisas muito engordativas, só que não adianta muito quando se passa o dia fora de casa.
Ultimamente, até nem tenho me aproveitado das Lojas Americanas do Del Paseo, mais pelas filas do caixa, do que propriamente pela falta de vontade de sair comprando os produtos daquela sessão estrategicamente posicionada quase na entrada da loja. E agora, com a Páscoa se aproximando... Sei não...
Preciso me empolgar de novo com a academia, para a qual já retornei \o/, e fazer com que a minha cabecinha pare de pensar tanto!
Guinevere 24.3.06
Diz aí:
Segunda-feira, Março 20, 2006
Minha compulsão pelos livros voltou.
Diretamente ligada ao relaxamento proporcionado pela aprovação do PCC.
Toda vez que vou à Siciliano, tenho vontade de passar o dia todo lá dentro.
Principalmente naquela sessão de literatura.
Sábado de manhã fiquei um bom pedaço lá, sozinha...
Resultado: comprei Ada ou ardor, do Nabokov e O segredo de Emma Corrigan. Estilo Bridget Jones, recomendo.
A história prende. Culturalmente, não vai servir pra nada, a não ser divertir.
Como eu consigo encontrar mensagem até em bula de remédio, com esse livro não foi diferente.
O livro começa com a Emma num vôo turbulento, achando que o avião vai despencar e, por isso, resolve contar tudo da sua vida para o cara sentado ao lado.
O avião não cai e ela ainda passa pelo constrangimento de reencontrá-lo.
Ele sabia de todos os defeitinhos dela, todos os problemas familiares, mentiras que ela tinha contado, enfim, tudo que uma pessoa, num início de relacionamento, não gostaria que a outra descobrisse. Desde a colcha da Barbie na cama dela, até o fato de ela odiar a prima.
Aí está a graça da história.
E foi isso também que me fez refletir.
Ainda sobre o fato de ser transparente, abrir sua vida, seus pensamentos para as pessoas que você nem sabe se gostam de você ou o que vão achar de você. Cada vez me convenço mais de que não se deve ser tão transparente.
Nesse aspecto, sou o oposto do F, que é altamente discreto, calado, na dele. Eu nunca conseguiria ser como ele.
Sou muito transparente. Por outro lado, sempre tenho um quê de imprevisibilidade, falo, falo uma coisa, depois resolvo agir de modo contrário.
Hoje sei que os tímidos são só mais reservados. O engraçado é que sou tímida, mas não sou reservada. Não escondo o que gosto, se estou com raiva, chateada, feliz. Talvez não saia dizendo por aí os motivos, mas meu estado de espírito todo mundo vê. Eu não queria ser assim. Queria ter uma cara de paisagem permanente estampada na face.
Guinevere 20.3.06
Diz aí:
Domingo, Março 19, 2006
Estou mais relaxada, com a aprovação do nosso PCC na Assembléia.
Agora, falta aguardar a sanção do Governador e a publicação no DOE.
Se Deus quiser, vou poder pensar em me aquietar.
Me dá dó quando penso que o amigo a quem me referi uns posts atrás, que está numa crise existencial profissional há algum tempo, foi quem mais contribuiu para que essa lei saísse. Pena que não vai resolver a vida dele.
Guinevere 19.3.06
Diz aí:
Sábado, Março 18, 2006
Escrevi um post enorme e perdi tudo.
Droga.
Pra deixar de ser anta.
Passa da meia - noite e eu aqui, sem um pingo de sono.
Hoje foram muitas emoções.
Continuo pensando na vida...
Guinevere 18.3.06
Diz aí:
Quinta-feira, Março 16, 2006
Parece que todo mundo está com alguma crise existencial.
Guinevere 16.3.06
Diz aí:
Incenso Fosse Música
isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além
Paulo Leminski
Guinevere 16.3.06
Diz aí:
Quarta-feira, Março 15, 2006
Algumas coisas que fiz na minha vida me fizeram experimentar um arrependimento enorme.
Estou morrendo de felicidade por poder consertar uma dessas situações.
Fiquei alguns anos sem falar com uma pessoa.
Foram levantados tantos motivos e há algum tempo, descobri, não havia nenhum.
Hoje, descobri que o amor é um sentimento tão amplo que pode nunca se apagar.
Parece até que a amizade nunca deixou de ser intensa.
Quem convive comigo sabe que a minha memória não serve para nada.
Sempre reclamei disso.
Minha memória é uma espécie de buraco - negro, onde as lembranças se perdem, até ficarem sem contato com a realidade.
Pode ser ruim, pois você se sente meio sem passado - só o momento atual importa. Tudo o mais torna-se irrelevante, por maior significado que possa ter tido um dia.
Guinevere 15.3.06
Diz aí:
Pensando num milhão de coisas...
Meu Deus, acho que a minha capacidade de sentir carinho pelos amigos é infinita...
Tô morrendo de pena de um grande amigo, que anda na maior crise existencial.
Temo que isso atrapalhe a vida dele.
Queria poder dar jeito.
Guinevere 15.3.06
Diz aí:
Dia cheio de altos e baixos, sobressaltos, questões que eu acreditava resolvidas dando 10 passos pra trás.
Acredito piamente naquela teoria que te manda guardar segredo sobre aquilo que não pode dar errado.
Fazer o que?
Mãos à obra, trabalho. Hoje, não tive tempo de me coçar.
Acabei saindo da PGE bem tarde, mas pelo menos resolvemos parte do problema.
Estou cheia de auto-controle, pra não estourar com as coisas do trabalho.
Deve ser por isso que estou mais sensível ultimamente, válvula de escape, sabe como é?
Ou só TPM mesmo... ;-) Se bem que... TPM durando uns dois meses, eu não conheço não...
Guinevere 15.3.06
Diz aí:
Segunda-feira, Março 13, 2006
Angústia de saber a incapacidade de contar com a compreensão alheia.
Queria poder esquecer da vida, andar descalça na praia, sentir os pés afundando na areia fofa.
Tanta coisa pra dizer.
As palavras nunca serão livres como é o pensamento. Nunca. E isso é uma promessa.
Profunda tristeza que vem da consciência dos fatos, da realidade.
Eu nem sei mais o que é realidade e o que a minha cabeça inventa.
Lembro-me agora de uma frase que vi numa revista: o não - dizer já é pensar em dizer. Algo assim. Não lembro das palavras exatas. Aliás, acabou de me ocorrer: a palavra nunca é exata. Nunca retrata o que se tem a dizer. Quando ela falta, outros sinais falam por ela.
As mãos frias, os olhos lacrimosos, o coração que bate descompassado. É só tristeza.
Guinevere 13.3.06
Diz aí:
Quinta-feira, Março 09, 2006
Uma imagem que ainda não saiu da minha cabeça. Acho que nunca vai sair.
Guinevere 9.3.06
Diz aí:
Hoje, durante o almoço, fui à Siciliano e fiz algumas aquisições:
- Set, cuja chamada de capa traz Lost;
- National Geographic de fevereiro;
- Estilo, fisgada pela matéria de capa ("8 ternos + 8 tailleurs = 32 produções" - completamente inútil pra mim; só serviria se vivêssemos 6 meses do ano com o termostato emperrado em 15°);
Comprei também dois livros:
- A imaginação hiperativa de Olivia Joules, da autora de O Diário de Bridget Jones, filme ruinzinho, livro engraçadíssimo; não sei por que me identifiquei com esse título, hehe...
- O vendedor de histórias, do Jostein Gaarder, autor de O Mundo de Sofia.
Comecei pelo último livro. Vamos ver se é mesmo interessante.
Guinevere 9.3.06
Diz aí:
Terça-feira, Março 07, 2006
Mudança radical nos meus planos para a vida profissional.
Talvez, terminado o mês de março, eu volte a ter tempo para escrever aqui com bem mais freqüência.
Ou talvez seja hora desse blog mudar.
Guinevere 7.3.06
Diz aí:
Hoje eu tive uma conversa daquelas que me faz parar e refletir sobre a minha postura diante de certos aspectos da vida. Aparentemente, não sou uma pessoa fechada, mas só aparentemente. Costumo dizer que o meu verdadeiro eu não é conhecido nem mesmo por mim. Se é que há um verdadeiro eu (o que eu acho que não existe - estamos mudando constantemente).
Mas deixando o exercício filosófico de lado, essa conversa me levou a questionar sobre minha exposição - indevida, talvez, na internet. Através do blog, do orkut, dos rastros que deixo ao escrever alguma coisa em um site etc... Sempre lembro do fato de que esse blog era anônimo, quando começou, com o intuito de poder escrever sobre fatos engraçados ou curiosos sobre gente do nosso convívio (meu e de um grupo restrito de amigas). A história evoluiu e depois eu acabei me identificando pra algumas pessoas ou em certas histórias aqui contadas.
O primeiro fato chato ocorreu quando uma determinada pessoa, que trabalhou comigo, chegou ao blog, sem saber que era eu. Imediatamente, troquei o endereço. O outro incidente ocorreu anos depois, quando outra pessoa para a qual não me interessava abrir minha convivência diária veio parar aqui. Também não gostei, menos pelo fato de expor meus escritos e mais pela reaproximação, que não me interessa.
Pensando na troca de idéias, vi que o preocupante não é você tornar sua vida, literalmente, um livro aberto. Mas, sim, a interpretação que é dada às suas palavras, a percepção errada que as pessoas têm da sua realidade. Isso, de fato aconteceu - no segundo caso. Fui mal - interpretada por ter escrito alguns posts que só fizeram sentido pra mim, embora quem lê dê a interpretação que quiser e eu não ignore esse fato.
Sou um espírito atormentado, cheio de idéias, que adora viajar, no sentido literal da coisa, que imagina mil possibilidades na vida, extremamente questionadora. Para pessoas que são mais centradas, lineares, isso é um choque. Tem pessoas que se preocupam em ser um exemplo de perfeição e eu não sou assim, ponto final. Por trás de toda imagem perfeitinha, sempre há uma mente trabalhando, impulsionando nossa vontade em direção a algum tipo de mudança. Confesso que não me agrada muito a idéia de trabalhar com as mesmas pessoas o resto da vida. Mas não tive estímulo suficiente para me fazer estudar e mudar de trabalho (outro trabalho eu não quero).
As pessoas, quer eu goste ou não, fazem leituras dessas confissões acerca do meu espírito atormentado. Não tenho controle sobre a interpretação que elas vão dar. Pode até gerar alguma fofoca, um comentário maldoso por aí. Inclusive, já deve ter ocorrido. Isso é chato. Realisticamente, não me preocupo porque aquilo que não ouço não me atinge. Simples, assim.
Vou passar uns seis meses "matutando" essa questão da exposição. Toda palavra escrita deixa transparecer algo de sua personalidade e não poderia ser diferente com esse personalíssimo blog. Eu queria um diarinho e fiz um diarinho, que adoro. Freud explica, talvez isso seja uma extensão das agendas, puro medo de largar a adolescência. Vai saber o que me leva a escrever. O chato é você abrir sua personalidade (não sua vida inteira) pra Deus e o mundo.
Acho que o que eu preciso mesmo é de um terapeuta. Uma das coisas que eu mais gosto é analisar pessoas e situações sobre todos os ângulos prováveis e improváveis e eu sinto falta das amigas que estão morando longe. A ferramenta que tenho é essa.
Sei que esse assunto ainda vai dar muito pano pra manga.
Guinevere 7.3.06
Diz aí:
Sábado, Fevereiro 18, 2006
E no domingo, muito cedo estarei decolando...

Guinevere 18.2.06
Diz aí:
Não estou cabendo em mim.
Enfrentando um milhão de problemas, mas hoje, pela primeira vez em algum tempo, estou sentindo uma coisa diferente.
Não sei direito o que é.
Aliás, acho que sei, mas não consigo verbalizar, não dá pra explicar direito.
Será que passarei outra noite mal - dormida?
Provavelmente.
E pensando na mesma coisa.
Como diria o Cazuza... Por quê é que a gente é assim?
Guinevere 18.2.06
Diz aí:
Terça-feira, Janeiro 24, 2006
A man and a woman
Achei a coisa mais linda e copiei sem pedir permissão.
Acho que ele vai entender.
A tradução é de um menino chamado Claudio Dirani.
Minha pequena, não se preocupe com nada hoje
Pegue o calor que vem do sol
Eu sei que nem tudo está Ok
Mas você é como mel em minha boca.
O amor verdadeiro não pode ser alugado
Mas só o amor de verdade pode manter a beleza inocente.
E eu nunca poderia colocar em risco
De perder o amor para encontrar um romance
Na distância misteriosa que existe
Entre um homem e uma mulher.
Você pode até fugir do amor
E se ele for realmente amor, ele vai te encontrar.
Te pegar pelo calcanhar
Mas você não pode se deixar amortecer por ele
A única dor mesmo é não sentir nada
Como eu poderia então te machucar quando eu te abraço?
E eu nunca poderia colocar em risco
De perder o amor para encontrar um romance
Na distância misteriosa que existe
Entre um homem e uma mulher.
E você é a única, não existe ninguém mais
que me faça querer, se perder de mim mesmo
Na distância misteriosa, entre um homem e uma mulher.
Garota dos olhos castanhos passa pela rua St. Divine
Pensei comigo: aquela é a mulher pra mim...
Mas ela já era minha...você já era minha.
E minha pequena
Eu tenho dormido nas ruas de novo
Como um cão vira-latas
E minha pequena,
Eu tenho procurado me sentir completo de novo
Mas você partiu, assim como Deus.
A alma precisa de beleza para ser uma alma gêmea
E quando a alma quer, a alma quer.
E eu nunca poderia colocar em risco
De perder o amor para encontrar um romance
Na distância misteriosa que existe
Entre um homem e uma mulher.
Pelo amor e fé e sexo e medo
E todas as coisas que nos fazem ficar por aqui
Na distância misteriosa, entre um homem e uma mulher.
Você vai ver
Como eu posso te machucar quando eu te abraço?
Guinevere 24.1.06
Diz aí:
Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Tô indignada com essa venda maluca de ingressos para o U2.
Não sei o que é que uma pobre coitada como eu, que vive no fim do mundo, pode fazer para comprar ingressos através de um site que não funciona. Aquele Alexandre Accioly, junto com o tal do Niemeyer, é um irresponsável. Vê só, se um site de vendas de ingressos para espetáculos, que tem na primeira página chamadas para eventos como Pagode do Arlindo e Elymar Santos tem capacidade operacional para um show do porte do U2! Depois, vem dizer que queria uma bola de cristal para adivinhar o ocorrido. Caso ele tivesse um cérebro, talvez, pudesse ter previsto...
Guinevere 18.1.06
Diz aí:
Sexta-feira, Janeiro 13, 2006
Que sorte, poder trabalhar com uma pessoa tão justa, meu Deus.
Obrigada, chefe.
Guinevere 13.1.06
Diz aí:
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